Após o Sul-Americano, aluna do CEL vence o Brasileiro Juvenil

No último final de semana, em Porto Alegre, Natália Steiner manteve a rotina de subir ao degrau mais alto do pódio. Desta vez, a nadadora do Flamengo, campeã sul-americana juvenil, conquistou o Brasileiro de Verão da categoria nos 200m peito, com o tempo de 2min43s.

Em todas as competições que disputou até agora em 2021, Natália conquistou, ao menos, um ouro: o Estadual e o Brasileiro no começo do ano, o Sul-Americano, em Lima, no Peru, a Copa das Federações, além de alguns circuitos no Rio.

  • Nunca imaginei que seria campeã brasileira e sul-americana. E o que mais me marcou, sem dúvida, foi o título sul-americano, minha maior conquista até hoje.

Natália começou ainda bebê na natação, por lazer e pela saúde, por incentivo dos pais, Frederico e Larissa. Desde os 9 anos, vem competindo e colecionando triunfos.

Desde 2018, a atleta é treinada no Flamengo por Luiz Flavio Provençano e Suelen Dias.

  • Eles são essenciais, estão comigo todo dia, e as conquistas não são só minhas, mas deles também.

Gratidão ao CEL

Além dos técnicos, do clube e da família, a rotina vitoriosa de Natália tem outro parceiro: o CEL Intercultural School, do qual é aluna da 1ª série do Ensino Médio:

  • Treino três vezes por semana de madrugada, em torno das 5h, e acabo perdendo o primeiro ou segundo tempo da escola. Mas o CEL tem sido muito parceiro, vem abrindo muitas portas para mim, está se formando uma amizade muito boa entre a gente. Porque eles me ajudam quando preciso. Às vezes viajo para competir e tenho que faltar uma aula ou outra.

Em dezembro, a filha de Frederico e Larissa e irmã de Rafa encerra a temporada disputando o Estadual.

Mais uma chance para manter a doce rotina de conquistas.

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Nossa história

“O CEL nasceu de um grande ideal e de uma grande paixão pela educação. De uma paixão que antecede a minha própria história. História de Antônia Vargas Cuquejo, a avó do CEL. A grande avó que, além de educar, trazia sonhos contando histórias. Antônia Vargas Cuquejo, fundadora do CEL, ajudava a realizar os sonhos.

A história do CEL está, também, ligada à história da vida de Antônio Fernandes Cuquejo nosso querido fundador.

Falar do CEL é falar da pipa vermelha. A pipa é o símbolo do CEL.

É vermelha porque representa a ação, a luta, a coragem, o dinamismo, o sangue, o guerreiro, a força, a fé e o amor.

Quando idealizei a pipa como símbolo para o CEL estava pensando em educação. A pipa anseia por grandes voos, pela liberdade… Mas como é feita de material muito delicado não pode ser exposta sem cuidados. A pipa precisa ser resguardada das intempéries da vida. Precisa ser recolhida diante dos grandes perigos.”

“Aos quatorze anos, cheia de sonhos, comecei a trabalhar numa pequena escola. Alimentados os sonhos, apaixonei-me. Tornou-se, então, impossível libertar-me dessa paixão pela educação.

Cada vez mais acreditando, segui. Continuei… 

Então, o CEL nasceu. Nasceu há mais de três décadas. Nasceu numa casa no Jardim Botânico. Éramos, então, uma pequena constelação. Uma constelação de apenas treze estrelas, mas com uma marca muito forte. Uma marca determinada com direção ascendente.

É porque acreditamos tanto no CEL…

É porque cuidamos tanto do CEL…

Tenho certeza de que daqui a alguns anos, olharemos para o céu e, a olho nu, poderemos constatar uma nova constelação – A Pipa.

As estrelas são vocês, professores e alunos que tanto ajudaram a construir o CEL. Muito obrigada por tudo.” 

Eliete Baptista Lopes

Fundadora do colégio

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